terça-feira, 13 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Um Pobre Viajante
Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar.Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido. Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho. - Espere aí! - gritou o padeiro. - Você tem que pagar pelos bolos! - Que é isso? - protestou o espantado viajante. - Eu nem encostei nos seus bolos! - Seu ladrão! - berrava o padeiro. - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada! Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio.O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença. - Você está certo - disse ao padeiro. - Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro. - Isso é um absurdo! Objetou o viajante. - Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo. - Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo. Tirou três moedas de ouro do próprio bolso, e o padeiro logo avançou para pegar. - Ainda não - disse o juiz. - Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é? - É isso mesmo - respondeu o padeiro. - Mas ele não engoliu nem um pedacinho? - Já lhe disse que não. - Nem provou nem um pastel? - Não! - Nem encostou nas tortas? - Não! - Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece. O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro. - Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem - disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no Céu.
Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar.Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido. Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho. - Espere aí! - gritou o padeiro. - Você tem que pagar pelos bolos! - Que é isso? - protestou o espantado viajante. - Eu nem encostei nos seus bolos! - Seu ladrão! - berrava o padeiro. - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada! Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio.O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença. - Você está certo - disse ao padeiro. - Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro. - Isso é um absurdo! Objetou o viajante. - Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo. - Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo. Tirou três moedas de ouro do próprio bolso, e o padeiro logo avançou para pegar. - Ainda não - disse o juiz. - Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é? - É isso mesmo - respondeu o padeiro. - Mas ele não engoliu nem um pedacinho? - Já lhe disse que não. - Nem provou nem um pastel? - Não! - Nem encostou nas tortas? - Não! - Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece. O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro. - Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem - disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no Céu.
A Elegância do comportamente
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora dedormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não háfesta alguma nem fotógrafos por perto.É uma elegância desobrigada.É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.Nas pessoas que escutam mais do que falam.E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.É possível detectá-la em pessoas pontuais.Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quemcumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda àsecretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizerse está ou não está.É elegante não ficar espaçoso demais.É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.É elegante retribuir carinho e solidariedade.Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.Educação enferruja por falta de uso."LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermossemeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutosamargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momentopresente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colheramanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe,exatamente, aquilo que plantou."Autoria desconhecida
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora dedormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não háfesta alguma nem fotógrafos por perto.É uma elegância desobrigada.É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.Nas pessoas que escutam mais do que falam.E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.É possível detectá-la em pessoas pontuais.Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quemcumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda àsecretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizerse está ou não está.É elegante não ficar espaçoso demais.É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.É elegante retribuir carinho e solidariedade.Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.Educação enferruja por falta de uso."LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermossemeado. Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutosamargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momentopresente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colheramanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe,exatamente, aquilo que plantou."Autoria desconhecida
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